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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A rapariga com o vestido de espelhos: perdida no MAR ©

Aqui vos deixo o último episódio da saga que escrevi quando andava no liceu, esta terceira escrita no meu 12ºAno. Espero que mais vez apreciem esta história e que a Ana vos divirta com mais esta aventura.

A rapariga com o vestido de espelhos: perdida no MAR


Olá de novo! Ainda se lembram da Ana, a rapariga com o vestido de espelhos? Pois é, ela está de volta e com uma nova aventura!
Da última vez que vos falei dela, contei-vos um pouco da sua juventude e dos amores da adolescência. Hoje, quero falar-vos de um grande aventura marítima da Ana.
Tudo começou imediatamente após a criação do projeto de voluntariado “Sons do Silêncio”, que rapidamente se transformou num fenómeno global que uniu toda a Humanidade e permitiu um melhor desenvolvimento do MUNDO.
Ana partiu numa viagem com destino ao Haiti para ajudar na recuperação do país depois do violento sismo que assolou a região. Mas não foi sozinha. Mais de cinquenta voluntários Portugueses partiram com Ana numa viagem de barco, todos com o mesmo objetivo: ajudar quem mais precisa.
No dia da viagem, tal como combinado, o grupo de voluntários encontrou-se no porto de Lisboa para sair às 10:00 rumo ao Haiti. Apesar do atraso provocado pelo mau tempo, toda a equipa estava a bordo às 10:30. E assim começou uma longa viagem…

sexta-feira, 6 de junho de 2014

A Rapariga com o Vestido de Espelhos: o REGRESSO ©

E aqui fica mais uma aventura da Rapariga com o Vestido de Espelhos.
Com este segundo texto, uma sequela do que já publiquei, ganhei o terceiro prémio do mesmo concurso em que já tinha participado. Este texto, como devem reparar ao ler, foi escrito há menos tempo. Há cerca de 2 anos, e já integrou a categoria do Ensino Secundário, ao contrário do primeiro, que participou na categoria do 2º ciclo. Espero que gostem!
Deixem os vossos comentários na secção destinada para o efeito (em baixo).
Boa Leitura!!
A rapariga com o vestido de espelhos: o REGRESSO

Com certeza já ouviram falar de Ana, a rapariga com o vestido de espelhos. Provavelmente já não se lembram dela, mas ela lembra-se de vós.
Desta vez venho falar-vos um pouco da juventude da Ana. Quando a apresentei, se bem se lembram, ela era apenas uma criança de tenra idade. Sem mais demoras, passemos à nossa história.
Ana, na sua infância, travou conhecimento com uma rapariga muito especial, Jucimila. Estas duas meninas, que se tornaram grandes amigas cresceram e depois do sucesso da sua “sociedade” criadora de moda, mais propriamente de vestidos, a sua amizade ficou ainda mais forte. No entanto, e como é natural, durante a juventude, a sua amizade foi muitas vezes posta à prova.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A Rapariga com o Vestido de Espelhos ©

Era uma vez uma rapariga chamada Ana.
Ana era uma menina muito pobre, mas muito feliz, que vivia com os pais numa casa pequena.
Era o primeiro dia de escola de Ana, os seus pais tinham conseguido, finalmente, arranjar dinheiro para pagar a escola. Pelo caminho viu muitas meninas, muito bem vestidas, muito elegantes e ricas, mas não se importou com as diferenças e tentou fazer amizades
Ao chegar à escola, Ana ouviu um toque, mas ficou parada a ver toda a gente a ir para as salas. Uma menina, de cor castanha como o chocolate, foi buscá-la e levou-a para a sala, para esta não ter falta. Ana portou-se muito bem.
- Triiiiiimmmmm!!! – tocou – disse Jucimila.
No recreio, Ana e Jucimila apresentaram-se, conversaram muito e tornaram-se amigas.
Rita, uma outra colega de Ana, era uma pessoa má e fazia tudo para lhe arranjar problemas. Muitos anos foram assim e era engraçado, porque Rita partia espelhos todos os dias e Ana apanhava os pedaços de espelho que ficavam no chão. Houve um dia em que Ana tinha tantos pedaços de espelho que os começou a coser uns aos outros e acabou por fazer com eles um vestido.
Os anos foram passando e Ana ficou rica com o negócio dos vestidos, mas continuava a ajudar os outros e a ser amável como sempre. Mas…, certo dia, ao lembrar-se de Jucimila, convidou-a a ser sua sócia, ao que esta aceitou.

Ana usava sempre o seu vestido de espelhos da sorte.